23 de jun. de 2022

9 dados sobre são João Batista

Igreja celebra hoje (23) a natividade de São João Batista, antecipada por causa da solenidade do Sagrado Coração qde Jesus que será celebrada amanhã (24). Nove aspectos da sua vida talvez sejam pouco conhecidos.

1) Sua relação de parentesco com Jesus

No evangelho de são Lucas (Lc 1, 36), a mãe de João Batista, Isabel, é descrita como “parente” de Maria. Isso significa que elas tinham, provavelmente, alguma relação de parentesco de sangue.

Isabel, sendo uma pessoa mais velha, talvez tenha sido tia ou tia-avó de Maria. Em consequência, Jesus e João Batista eram primos, no sentido estrito ou amplo do termo.

2) Seu ministério começou um pouco antes que o de Jesus

São Lucas nos dá a data precisa do início do ministério de são João Batista: “No décimo quinto ano do império de Tibério César... a palavra de Deus veio a João, filho de Zacarias, no deserto. Ele percorreu toda a região do Jordão, proclamando um batismo de arrependimento para o perdão dos pecados” (Lc 3, 1-3).

A informação é importante porque o ministério de Jesus começou um pouco depois desses acontecimentos. Seu batismo teria acontecido no ano 29 ou ao começo do ano 30.

3) Foi o precursor que anunciou a chegada do Messias

João Batista foi o precursor e arauto do Messias. Sua missão foi preparar o caminho para a chegada do Cristo, chamando as pessoas ao arrependimento, à conversão e batizando-as com água.

Ele também veio para identificar o Messias. Disse: “Também eu não o conhecia, mas vim batizar com água para que ele fosse manifestado a Israel” (Jo 1, 31).

Quando João batizou Jesus, o reconheceu e disse: “Eu vi o Espírito, como pomba, descer do céu e permanecer sobre ele. Eu não o conhecia, mas aquele que me enviou a batizar com água, disse-me: ´Sobre quem vires o Espírito descer e permanecer, esse é quem batiza com o Espírito Santo´” (Jo 1, 32-33).

4) Sua detenção afetou Jesus

Os evangelhos contam que João Batista e Jesus pregaram inicialmente na Judeia, perto de Jerusalém, na região sul de Israel. No entanto, João foi preso por Herodes Antipas, governador da Galileia e da Pereia, região que incluía uma parte do deserto próximo a Jerusalém.

São Mateus conta que, “ao saber que João fora preso, Jesus retirou-se para a Galilea” (Mt 4, 12).

5) Ensinou sobre a moral no trabalho

Coletores de impostos e soldados questionaram são João Batista sobre o que deviam fazer para agradar a Deus. O profeta pediu-lhes que fizessem os seus trabalhos de maneira justa.

“Alguns publicanos vieram para o Batismo e perguntaram: ´Mestre, que devemos fazer?´ Ele respondeu: ´Nada cobreis além do que foi estabelecido´. Alguns soldados também lhe perguntaram: ´E nós, que devemos fazer?´ João respondeu: ´Não maltrateis a ninguém, nem tomeis dinheiro à força e contentai-vos com o vosso soldo?” (Lc 3, 12-14).

6) Não foi a reencarnação de “Elias”

No Evangelho, quando Jesus descreve João Batista como o “Elias” que viria se referia ao cumprimento da profecia de Malaquias (Ml 3, 24), que não deveria ser interpretada de um modo literal, como faziam os escribas da época.

Quando o anjo Gabriel anunciou o nascimento de João ao seu pai Zacarias, disse que ele apareceria “com o espírito e o poder de Elias” (Lc 1, 17), ou seja, com a mesma força profética do Espírito Santo para realizar sua missão.

Assim foi João Batista, o precursor do Messias no Novo Testamento que, à semelhança de Elias no Antigo Testamento, preparou o caminho para a chegada do Senhor.

7) Era muito famoso

São João Batista atraiu multidões com sua predicação e com seu batismo. “Acorriam a ele Jerusalém e toda a Judeia e toda a região do Jordão” (Mt 3, 5).

O movimento iniciado por ele trouxe também seguidores de terras distantes. O livro dos Atos dos Apóstolos conta um pouco da história de Apolo, um cristão que chegou a Éfeso “versado nas Escrituras”, que “falava e ensinava com exatidão a respeito de Jesus, embora só conhecesse o batismo de João” (At 18, 24-25).

Além do Novo Testamento, o historiador judeu Flávio Josefo, do século I d.C., também escreveu sobre a atuação do profeta.

8) O filho de “Herodes, o Grande” o assassinou

João Batista morreu mártir por ordem de Herodes Antipas, um dos filhos de Herodes, o Grande.

Após a morte do rei, Antipas herdou o governo das regiões da Galileia e da Pereia. Mas se havia casado com Herodíades, esposa de seu irmão Herodes Filipe I.

João Batista se opôs publicamente ao escândalo e Herodes Antipas decidiu prender João (Mt 14, 3), mas Herodíades o odiava e desejava a sua morte.

Embora tivesse o profeta sob custódia, Herodes Antipas o protegia e o admirava como pregador: “Herodes respeitava João, sabendo que era um homem justo e santo, e até lhe dava proteção. Cada vez que o ouvia, ficava desconcertado, mas gostava de ouvi-lo” (Mc 6, 20).

Manipulado por Herodíades, Herodes Antipas decretou a morte de são João Batista. E mesmo depois da sua morte, o governador seguiu admirando-o. Quando começou a ouvir notícias sobre Jesus, pensou que Ele poderia ser João ressuscitado (Mc 6, 14) e tentou vê-lo com seus próprios olhos (Lc 9, 9).

9) Morreu por ódio

Herodíades, esposa de Herodes Antipas, odiava João pelas críticas públicas que ele fazia à sua união ilegítima. “João andava dizendo a Herodes: ´Não te é permitido ter a mulher do teu irmão´. Por isso, Herodíades o hostilizava e queria matá-lo, mas não conseguia” (Mc 6, 18).

Mas ela encontrou o momento e a forma de conseguir seu objetivo. Depois que sua filha Salomé deleitou Antipas com uma dança especial em sua festa de aniversário, Herodíades pôde manipulá-lo para que desse a ordem da morte de João por decapitação (Mc 6, 21-28).

Fonte: ACI Digital

Em nossa Paróquia de Santo Antônio - Cabo:

#SãoJoãoBatista Nesta quinta-feira (23/06), celebramos a Solenidade da Natividade de São João Batista.
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A Celebração Eucarística será na Capela do Sagrado Coração de Jesus, na Charnequinha, às 19h.
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Teremos como noiteiros, os movimentos, grupos, OFS e as Irmãs Franciscanas do Imaculado Coração de Maria.
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Convide a família e amigos e venha celebrar conosco.
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21 de jun. de 2022

Comunidade da Charnequinha celebra Padroeiro


A comunidade do Sagrado Coração de Jesus, na Charnequinha celebra de 21 a 24 de junho seu querido Padroeiro.

As Missas acontecerão sempre às 19h na Capela. No dia 23/09, será missa solene em honra de São João Batista e no dia 24/06 a Missa Solene de encerramento da Festa.

Haverá barraca de lanches para ajudar com os gastos da festa.
Você é nosso convidado especial!
Convide a família e amigos e venha celebrar conosco todos os dias às 19h.

De onde vem a devoção ao Sagrado Coração de Jesus


Faltam poucos dias para a festa do Sagrado Coração de Jesus e muitos fiéis se perguntam como e onde se originou esta tradição.

História da devoção ao Sagrado Coração de Jesus

A devoção ao coração ferido de Jesus se origina no século XI, quando cristãos piedosos meditavam sobre as cinco feridas de Jesus na cruz.

Naquela época, as orações ao Sagrado Coração, à ferida no ombro de Jesus, entre outras devoções privadas, cresciam entre os fiéis. Todas elas ajudaram os cristãos a meditar sobre a paixão, aumentando assim o amor ao Senhor Jesus.

Foi somente em 1670 que o padre francês Jean Eudes celebrou a primeira festa do Sagrado Coração de Jesus.

Na mesma época, uma religiosa conhecida por sua piedade, Irmã Margarita Maria Alacoque, começou a relatar suas visões de Jesus, que lhe apareceu com frequência. Em dezembro de 1673, o Senhor permitiu-lhe, como já havia permitido a Santa Gertrudes, descansar sua cabeça sobre o seu coração.

Enquanto ela experimentava o conforto da sua presença, Jesus falou-lhe do seu grande amor e lhe explicou que a tinha escolhido para fazer conhecer o seu amor e a sua bondade à humanidade.

No ano seguinte, em junho ou julho de 1674, Margarida Maria relatou que Jesus queria ser homenageado com a imagem de Seu coração de carne. Ele pediu aos fiéis que O recebessem com frequência na Eucaristia, especialmente na primeira sexta-feira de cada mês, e que praticassem uma hora sagrada de devoção.

Em 1675, durante a oitava de Corpus Christi, Margarita Maria teve uma visão que, mais tarde, ficou conhecida como a “grande aparição”.

Nela, o Senhor Jesus pediu que a festa do Sagrado Coração fosse celebrada todos os anos na sexta-feira seguinte ao Corpus Christi, em reparação pela ingratidão dos homens para com o Seu sacrifício redentor na cruz.

10 curiosidades sobre a devoção ao Sagrado Coração de Jesus https://t.co/XZYnoy1R26

— ACI Digital (@acidigital) June 16, 2020

A devoção tornou-se popular após a morte de Santa Margarida Maria, em 1690. No entanto, como a Igreja sempre tem o cuidado de aprovar uma aparição ou devoção particular, o feriado só foi estabelecido oficialmente na França em 1765.

Em 8 de maio de 1873, a devoção ao Sagrado Coração foi formalmente aprovada pelo papa Pio IX.

26 anos depois, em 21 de julho de 1899, o papa Leão XIII recomendou, com urgência, que todos os bispos do mundo celebrassem a festa em suas dioceses.

O papa Leão aprovou as seguintes indulgências para a devoção:

• Pelo cumprimento da devoção pública ou privada, sete anos e sete quarentenas (a remissão da pena temporária equivalente ao que seria concedido por quarenta dias de penitência) a cada dia.

• Se a devoção for praticada diariamente em privado, ou se uma pessoa comparecer a uma função pública pelo menos dez vezes, uma indulgência plenária (remissão de todas as penas temporárias pelos pecados) em qualquer dia de junho ou entre 1 e 8 de julho (de acordo com o decreto Urbis et Orbis, de 30 de maio de 1992).

• A indulgência 'toties quoties' (para as almas do purgatório) pode ser conquistada no dia 30 de junho ou no último domingo de junho nas igrejas onde se celebra o mês de junho solenemente.

• Aos sacerdotes que pregam os sermões nas solenes celebrações do mês de junho em homenagem ao Sagrado Coração, e aos reitores das igrejas onde se realizam estas cerimônias, o privilégio do Altar Gregoriano no dia 30 de junho.

• Uma indulgência plenária para cada comunhão do mês de junho e para aqueles que promovem a celebração solene do mês de junho.

Fonte: ACI Digital (@acidigital)

11 de fev. de 2022

Dia dos Enfermos: Papa pede cuidado humano integral

 


“A vocação e missão pelo cuidado humano integral deve renovar os carismas no campo da saúde, para que não falte a proximidade com as pessoas que sofrem”. Palavras do Papa Francisco em uma mensagem em vídeo por ocasião da abertura da Webinar “Dia Mundial do Enfermo: significado, objetivos e desafios” promovido pelo Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral

Jane Nogara - Vatican News

O Papa Francisco enviou uma mensagem em vídeo ao Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral por ocasião da abertura da Webinar “Dia Mundial do Enfermo: significado, objetivos e desafios”. A ocasião refere-se ao XXX Dia Mundial do Enfermo celebrado pela Igreja no dia 11 de fevereiro e “nossos pensamentos – disse o Papa - vão com gratidão a todos aqueles que, na Igreja e na sociedade, estão ao lado daqueles que sofrem”.

Na doença encontrar um Amor maior

Francisco iniciou com a reflexão: “A experiência da doença nos faz sentir frágeis e necessitados de outros. Não apenas isso. A doença impõe uma questão de significado, que na fé é dirigida a Deus: uma questão que busca um novo significado e uma nova direção para a existência, e que às vezes pode não encontrar uma resposta imediata”. Para encontrar essa “nova direção”, o Papa recordou São João Paulo II e seu longo sofrimento durante o qual indicou esta “nova direção”, que significa abrir-se a um Amor maior. “Ao descobrir, pela fé, o sofrimento redentor de Cristo, o homem descobre nele, ao mesmo tempo, os próprios sofrimentos, reencontra-os, mediante a fé, enriquecidos de um novo conteúdo e com um novo significado”.

“Nunca devemos esquecer a singularidade de cada pessoa doente, com sua dignidade e fragilidade. É a pessoa inteira que precisa de cuidados: o corpo, a mente, os afetos, a liberdade e a vontade, a vida espiritual... Os cuidados não podem ser dissecados, porque o ser humano não pode ser dissecado”

Doenças de hoje: individualismo e indiferença

Francisco recordou também que em tempos de pandemia nós aprendemos a olhar a doença como “um fenômeno global e não apenas individual, e nos convida a refletir sobre outros tipos de ‘doenças’ que ameaçam a humanidade e o mundo. O individualismo e a indiferença aos outros – continuou o Papa - são formas de egoísmo que infelizmente se ampliam na sociedade do consumismo e do liberalismo econômico; e as desigualdades resultantes também podem ser vistas no campo da saúde, onde alguns gozam da chamada ‘excelência’ e muitos outros têm dificuldade de acesso aos cuidados básicos”.

E sugere:

“Para curar este 'vírus' social, o antídoto é a cultura da fraternidade, baseada na consciência de que somos todos iguais como seres humanos, todos iguais, filhos de um só Pai”

Em seguida recorda que “a Igreja, seguindo Jesus, o Bom Samaritano da humanidade, sempre fez o seu melhor para os que sofrem, dedicando em particular grandes recursos pessoais e financeiros aos doentes”. Depois de falar sobre a dedicação dos religiosos, missionários, santos e santas que muitas vezes deram suas vidas pelos doentes, o Papa pede:

“Esta vocação e missão pelo cuidado humano integral também hoje deve renovar os carismas no campo da saúde, para que não falte a proximidade com as pessoas que sofrem”

Por fim Francisco dirigiu seu agradecimento a todos os que estão próximos dos doentes por motivos familiares, de amizade ou de trabalho:

“A todas essas pessoas eu asseguro minha lembrança em oração, para que o Senhor lhes dê a capacidade de escutar os doentes, ser paciente com eles, cuidar deles de forma integral, do corpo, do espírito e dos relacionamentos”. O Papa ainda concluiu recordando “dos doentes de todas as partes do mundo, especialmente por aqueles que estão mais sozinhos e não têm acesso aos serviços de saúde”.

Fonte: Vatican News

21 de jan. de 2022

Padre Valdir Bezerra celebra 39 anos de Ordenação Sacerdotal

 


Uma noite de gratidão, assim foi a celebração em Ação de Graças pelos 39 anos de Ordenação Sacerdotal de nosso pároco, Padre Valdir Bezerra.


“O sangue dos mártires regaram a semeadura de novos cristãos”, assim afirmou o Padre Douglas Severo, pároco da paróquia de Nossa Senhora do Ó, em Ipojuca que também participou da noite festiva e fez a homilia, no dia do querido Mártir da fé.

Nos olhos dos devotos podia-se contemplar o grande amor e devoção por São Sebastião e foi diante da sua Imagem chegada a nossa Paróquia no século XVII quando o Cabo enfrentava grande epidemia cessada logo após sua chegada, que o povo pode mais uma vez, fazer uma prece especial, pedindo ao santo protetor da peste, que livre a cidade e o mundo da Covid-19 e de tantos outros males que afligem o povo.

A festa segue até o próximo domingo (23), com a Missa Solene às 10h, às 15h Missa de Encerramento da Festa, às 16h grandiosa Procissão percorrendo as principais ruas do centro da Cidade e retornando a Igreja Matriz para a Benção do Santíssimo Sacramento.

Fotos: Ir. Josevânia Alves | 20/01/2022

4 de dez. de 2020

Rede Mundial de Oração do Papa torna-se Fundação vaticana


 Com um quirógrafo, o Papa Francisco erigiu como pessoa jurídica canônica e vaticana, com sede no Vaticano, a Fundação Rede Mundial de Oração do Papa, que continuará aos cuidados da Companhia de Jesus.

Mariangela Jaguraba - Vatican News

A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou um comunicado, nesta quinta-feira (03/12), a propósito de um quirógrafo do Papa Francisco, datado 17 de novembro, com o qual o Pontífice erigiu, como pessoa jurídica canônica e vaticana, a Fundação Rede Mundial de Oração do Papa, antigo Apostolado da Oração, com sede no Estado da Cidade do Vaticano. O organismo continuará aos cuidados da Companhia de Jesus. Os estatutos, aprovados pelo Papa, entrarão em vigor a partir de 17 de dezembro, ad experimentum por três anos a partir da data de aprovação.

O objetivo da Fundação é coordenar e animar o vasto movimento espiritual, muito querido ao Santo Padre, que acolhe e difunde as intenções de oração mensais propostas pelo Papa à Igreja. Francisco nomeou o pe. Frederic Fornos,  diretor internacional da Fundação.

Rezar com o coração sincero

A Rede Mundial de Oração do Papa, antigo Apostolado da Oração, teve início na França, em 1844, com o jesuíta pe. François-Xavier Gautrelet, fundada na espiritualidade do Sagrado Coração de Jesus. Inicialmente destinado aos jovens jesuítas durante a formação inicial, expandiu-se rapidamente como um apostolado de oração para a missão da Igreja, alcançando cerca de 13 milhões de membros em muitos países. Mais tarde, em 1915, nasceu sua seção juvenil, a Cruzada Eucarística, hoje Movimento Eucarístico Juvenil.

Alguns anos atrás, o Papa Francisco instituiu a Rede Mundial de Oração do Papa como Obra Pontifícia a fim de destacar o caráter universal desse apostolado e a necessidade de que precisamos rezar cada vez mais e com o coração sincero.

A Rede Mundial de Oração do Papa apoia sua missão de evangelização, permitindo “sair da ‘globalização da indiferença’ e abrir-se à compaixão pelo mundo.

Várias vezes os Estatutos passaram por emendas “tornando-se cada vez mais um serviço da Santa Sé próximo à da oração pelas intenções do Santo Padre (como desejavam especialmente Leão XIII e Pio XI). Em continuação com os seus predecessores, em 2018, Francisco quis que este serviço ao Santo Padre, através da oração, se tornasse uma Obra Pontifícia. “Vendo o Apostolado da Oração como missão da Santa Sé confiada à Companhia de Jesus, a partir de agora”, lê-se a este respeito nos Estatutos, como Rede Mundial de Oração do Papa, continua a ligação com a Companhia, mas se abre a uma dimensão universal, colocando-se a serviço de cada Igreja particular no mundo”.

Viver o caráter missionário

A Rede Mundial de Oração do Papa “está aberta a todos os católicos que desejam despertar, renovar e viver o caráter missionário que procede de seu batismo” e propõe um percurso espiritual chamado “O Caminho do Coração”, que integra duas dimensões: comprometer-se a promover as intenções de oração do Papa que “expressam os desafios da humanidade e a missão da Igreja” fazendo suas as alegrias e tristezas da humanidade e também deixar-se inspirar “para realizar obras de misericórdia espiritual e corporal”. E a dimensão ligada à vocação missionária do batizado, “permitindo-lhe colaborar em sua vida cotidiana, com a missão que o Pai confiou a seu Filho”. “O Caminho do Coração” é “um processo espiritual estruturado pedagogicamente para identificar-se com o pensamento, a vontade e os projetos de Jesus”. Desta forma, a pessoa  batizada se propõe a acolher e servir o Reino de Deus, motivada pela compaixão no estilo do Filho de Deus”, lê-se nos Estatutos.

A Fundação, afirmam os Estatutos, está diretamente sujeita à autoridade do Sumo Pontífice, que a governa através da Secretaria de Estado, levando em consideração a entrega histórica do Apostolado da Oração à Companhia de Jesus desde o início.

Fonte:https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-12/papa-francisco-fundacao-rede-mundial-oracao.html

30 de nov. de 2020

Semana Eucarística 2020



 

CONHEÇA O PERFIL E A GEOGRAFIA DO COLÉGIO DE CARDEAIS COM A CRIAÇÃO DE 13 NOVOS MEMBROS NO SÁBADO, 28 DE NOVEMBRO

 


Por alguns séculos tinham sido 30. Depois Sisto V em 1586 elevou-os a 70, mas nada a ver com a amplitude que conhecemos hoje, um grupo de pessoas que representa também geograficamente os evangélicos “extremos confins da terra”. O Colégio dos Cardeais na sua dimensão e composição atuais é uma escolha que amadurece gradualmente no século XX. Foi João XXIII quem primeiro “violou” o limite histórico de Sisto V, tanto que as púrpuras que no final dos últimos Pontificados entre os séculos XIX e XX tinham oscilado numa média de 60 membros, na morte do Papa Roncalli eram 82 e entre eles há traços somáticos inéditos, com os primeiros cardeais filipino, japonês, africano.

Colégio “global”

Passaram-se poucos anos e Paulo VI completou o trabalho. Ele criou 143 cardeais, ampliando ainda mais a “latitude” das suas proveniências (o primeiro neozelandês, o primeiro malgaxe, o primeiro cingalês, etc.), determinou o lugar dos Patriarcas Orientais no Colégio e, sobretudo, estabeleceu o limiar ainda hoje válido de 80 anos para ter direito a voto num eventual Conclave. Na morte do Papa Montini havia 129 cardeais, um número que é um prelúdio a uma nova mudança realizada por João Paulo II. Com o Papa Wojtyla, o Colégio Cardinalício tornou-se uma expressão completa da mundialidade e dos 231 cardeais de cerca de setenta países por ele criados em nove Consistórios (até mesmo 42 no Consistório de 2001, um recorde para a Igreja), existem ainda 16 cardeais eleitores dos 65 presentes no grupo, o mais velho dos quais é Jozef Tomko, de 96 anos, criado em 1985.

Mais idoso, mais jovem

O Pontificado de Bento XVI viu também a entrada no Colégio de 90 cardeais em cinco Consistórios. Entre aqueles que obtiveram o barrete do Papa emérito há atualmente 39 eleitores e 30 não-eleitores, incluindo o mais idoso de todo o grupo, o francês de 96 anos Albert Vanhoye, que foi criado cardeal em 2006. Ao Papa Francisco pertence a criação do mais jovem cardeal vivo, Dieudonné Nzapalainga – com apenas 49 anos de idade em 2016 no momento da publicação – que, nas vestes de Metropolita de Bangui, é também o primeiro cardeal nascido na República Centro-Africana.

Francisco, cardeais e periferias

Com o deste de 28 de novembro, Francisco terá presidido ao seu sétimo Consistório e criado um total de 101 cardeais, 73 dos quais se encontram atualmente entre os que têm direito de voto num eventual Conclave. Para o Papa das “periferias” a convocação deste sábado também mostra o início e o retorno. Ao primeiro caso pertence Brunei e Ruanda – países que fazem a sua entrada histórica no Colégio – ao segundo caso pertence Malta, que por um pouco tempo não estava representada, ou seja, desde a morte do cardeal Prosper Grech ocorrida em dezembro de 2019. Ao Pontificado de Francisco também pertencem outros recordes.

Entre outros, o das sedes cardinalícias em países que nunca a tiveram (além da já citada República Centro-Africana, Brunei e Ruanda, também Haiti, Dominica, Birmânia, Panamá, Cabo Verde, Tonga, Bangladesh, Papua Nova Guiné, Malásia, Lesoto, Mali, Suécia, Laos, El Salvador, Luxemburgo), o primeiro cardeal afro-americano (o metropolita  de Washington Wilton Gregory), o primeiro nascido após o Concílio (Nzapalainga), o primeiro convertido ao catolicismo desde os tempos de Jean-Marie Lustiger (Bispo de Estocolmo Anders Arborelius, luterano de nascimento).

Curiosidade

Alguns nomes estão ligados a algumas curiosidades estatísticas. Por exemplo, o tailandês Michael Michai Kitbunchu, de 91 anos, emérito de Bangcoc, é o que faz parte do Colégio dos Cardeais há mais tempo (37 anos). Um recorde de duração partilhado com o neozelandês Thomas Stafford Williams, 90 anos de idade, ordinário militar emérito do seu país. Ambos receberam o barrete do Papa Wojtyla em 1983.

Outro dado diz respeito à presença de famílias religiosas no atual Colégio: são 26, para um total de 51 cardeais (29 eleitores) que vestem o hábito do seu Instituto sob a púrpura. Os mais representados são os Salesianos (9), seguidos pelos Jesuítas (7). Note-se que com o Padre Mauro Gambetti, guardião do Sacro Convento de Assis, a Ordem dos Franciscanos Conventuais também se torna parte do grupo dos cardeais.

Também a geografia, como foi dito, especialmente pela vontade do Papa Francisco, continua a se redesenhar, expandindo o mapa do Colégio, que atinge agora 90 países representados, da Albânia ao Vietnã, com o grupo dos cardeais italianos (47) o mais numeroso, seguido pelos Estados Unidos (15) e Espanha (14). Do ponto de vista dos continentes, a Europa conta, entre eleitores e não-eleitores, 106 cardeais, África 30, Ásia 27. A América do Norte conta 26, América do Sul 25, América Central 9 e finalmente Oceânia 6. O Brasil tem 9 cardeais, 4 eleitores e 5 não eleitores: AGNELO Geraldo Majella; ASSIS Raymundo DAMASCENO; AVIZ João BRAZ de; da ROCHA Sérgio; FALCÃO FREIRE José; HUMMES Cláudio; SCHEID Eusébio Oscar; SCHERER Odilo Pedro; TEMPESTA Orani João. Portugal tem 5, três dos quais eleitores.

Com informações do VaticanNews

Fonte: CNBB Nacional

O Papa no Angelus: nas tempestades da vida Deus estende sempre a sua mão

 


Hoje tem início um novo ano litúrgico. O Advento – disse o Papa - é um apelo incessante à esperança: recorda-nos que Deus está presente na história para o conduzi-la ao seu fim último e à sua plenitude, que é o Senhor Jesus Cristo.

Silvonei José – Vatican News

No Angelus deste domingo, primeiro do tempo de Advento, o Papa Francisco recordou que "a liturgia de hoje convida-nos a viver o primeiro 'tempo forte' do ano litúrgico, o Advento, que nos prepara para o Natal, como um tempo de espera e de esperança:

"O nosso Deus é o Deus que vem: Ele não desilude a nossa espera! Ele veio num momento preciso da história e tornou-se homem para tomar sobre Si os nossos pecados; Ele virá no fim dos tempos como juiz universal; Ele vem todos os dias a visitar o Seu povo, a visitar todos os homens e mulheres que O acolhem na Palavra, nos Sacramentos, nos seus irmãos e irmãs".

Jesus, nos diz a Bíblia, está à porta e bate. Todos os dias. Ele  - continuou o Papa - está à porta dos nossos corações. Ele bate. "Você consegue ouvir o Senhor bater à porta? Quem veio hoje visitar você, que bate no seu coração com uma inquietação, com uma ideia, com uma inspiração? Ele veio a Belém, virá no fim do mundo. Mas todos os dias ele vem até nós. Estejam atentos, veja o que vocês sentem no coração quando o Senhor bate à porta".

A coragem nasce da esperança

A vida", disse o Pontífice, "é feita de altos e baixos, de luzes e sombras".  Cada um de nós experimenta momentos de desilusão, de fracasso e desorientação:

“Além disso, a situação em que vivemos, marcada pela pandemia, gera em muitas pessoas preocupação, medo e desânimo; corremos o risco de cair no pessimismo, no fechamento e na apatia. Como devemos reagir a isto? O Salmista sugere-nos: "Nossa alma espera pelo Senhor, é ele o nosso auxílio e o nosso escudo. Nele se alegra o nosso coração” (Sl 32,20-21). A espera confiante do Senhor faz-nos encontrar conforto e coragem nos momentos sombrios da existência. E de onde nasce esta coragem e esta aposta confiante? Nasce da esperança”.

Deus estende sempre a sua mão

A esperança, disse enfim o Papa, marca este período do ano litúrgico de preparação para o Natal:

"O Advento é um apelo incessante à esperança: recorda-nos que Deus está presente na história para a conduzi-la ao seu fim último e à sua plenitude, que é o Senhor Jesus Cristo. Deus está presente na história da humanidade, Ele é o "Deus conosco", Ele caminha ao nosso lado para nos apoiar. O Senhor nunca nos abandona; Ele nos acompanha nos nossos acontecimentos existenciais para nos ajudar a descobrir o significado do caminho, o significado da vida quotidiana, para infundir coragem nas provações e na dor. No meio das tempestades da vida, Deus estende sempre a sua mão para nós e liberta-nos das ameaças".

Na conclusão o Papa invocou Maria Santíssima mulher da espera, para que “acompanhe os nossos passos neste novo ano litúrgico que estamos iniciando, e nos ajude a cumprir a tarefa dos discípulos de Jesus, indicada pelo apóstolo Pedro: dar razão à esperança que há em nós”.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-11/o-papa-no-angelus-nas-tempestades-da-vida-deus-estende-a-mao.html

30 de out. de 2020

Horário das Missas na Igreja Matriz no Dia de Finados


 

Dia de Finados 2020


 

Papa Francisco em 2 de novembro no Campo Santo Teutônico

 


Por ocasião da comemoração dos fiéis defuntos, o Pontífice celebrará a Missa no cemitério no Vaticano, de forma estritamente privada. Também para as demais celebrações programadas haverá uma presença restrita de pessoas.

Benedetta Capelli – Vatican News

As medidas de segurança ditadas pela pandemia marcam também as próximas celebrações presididas pelo Papa Francisco. Na segunda-feira 2 de novembro, dia em que a Igreja recorda os fiéis defuntos, o Pontífice – lê-se numa declaração da Sala de Imprensa Vaticana - irá não muito longe da Casa Santa Marta, ao Campo Santo Teutônico. Ali às 16h (hora de Roma)celebrará a Missa de forma estritamente privada, sem a participação dos fiéis. Na conclusão, irá se deter em oração no cemitério, depois irá às Grutas Vaticanas para prestar homenagem aos Pontífices falecidos.

Presença limitada dos fiéis

Na quinta-feira, 5 de novembro, às 11 horas (hora de Roma) no Altar da Cátedra na Basílica do Vaticano, Francisco celebrará a Missa em sufrágio dos cardeais e bispos que faleceram durante o ano. Para esta última celebração e para as celebrações dos próximos meses, o Papa celebrará com uma participação muito limitada de fiéis, de acordo com as modalidades utilizadas nos últimos meses, e no pleno respeito das medidas de proteção previstas, exceto no caso de variações devidas a uma alteração da situação sanitária.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-10/papa-francisco-em-2-de-novembro-no-campo-santo-teutonico.html

27 de out. de 2020

A emoção nas palavras dos futuros novos cardeais

 


Surpresa e sentimento de responsabilidade renovado. É o que emerge nas primeiras palavras de alguns dos religiosos e prelados contatados pelo Vatican News após serem nomeados pelo Papa, no domingo 25 de outubro como futuros cardeais. Os novos cardeais serão criados no Consistório de 28 de novembro.

Pura surpresa a de Monsenhor Enrico Feroci que soube da futura nomeação como cardeal enquanto estava na sacristia pouco antes de celebrar a missa das 12h30. "Interpretei como um gesto do Papa, não para mim pessoalmente, mas para todos os sacerdotes de Roma”. Mons. Enrico Feroci é pároco no Santuário de Santa Maria do Divino Amor nos arredores de Roma, no bairro Castel de Leva. “Sempre se diz que o presbítero é aquele que dá suas mãos ao bispo para tocar o Corpo de Cristo que é o Povo de Deus. Assim, o Papa Francisco quis agradecer às mãos de muitos sacerdotes. Acho que é assim, estou interpretando porque não creio que, como pessoa, eu possa merecer este reconhecimento”. Continuar a ser o que sempre foi até agora é o desejo de Monsenhor Feroci, sempre servindo ao povo de Deus. "Ainda não falei e agradeci ao Papa Francisco e espero poder fazê-lo em breve. Eu sou um pároco de Roma, acredito que continuarei sendo o pároco da paróquia do Divino Amor". O futuro cardeal nasceu em 27 de agosto de 1940 em Pizzoli.

13 de fev. de 2020

Campanha da Fraternidade 2020 é tema da Reunião do Vicariato Cabo



Na manhã desta quinta-feira (13) o vicariato Cabo realizou sua 1ª reunião do ano, e recebeu padre Josenildo Tavares, coordenador arquidiocesano de pastoral, que refletiu sobre a Campanha da Fraternidade (CF) 2020, cujo tema é ‘Fraternidade e vida: dom e compromisso’, a CF deste ano remete à figura de Irmã Dulce, que foi canonizada em outubro do ano passado. Padre Josenildo lembrou que a figura de Ir. Dulce remete ao cuidado com o próximo, seu modo de cuidar sinaliza uma Igreja em saída. O lançamento nacional da CF 2020 acontece na Quarta-feira de Cinzas (26/02). Na arquidiocese  o lançamento e a Missa de Cinzas será no Auditório do Hospital da Restauração, Graças, Recife, às 13h, com a seguinte programação:
13h – Acolhida dos participantes
14h – Painel com apresentação sobre o tema da Campanha da Fraternidade 2020: “Fraternidade e vida: dom e compromisso”.
15h – Abertura oficial da Campanha da Fraternidade na Arquidiocese de Olinda e Recife (coletiva de imprensa)
16h – Concelebração Eucarística de Cinzas, presidida pelo Arcebispo Dom Antônio Fernando Saburido, Arcebispo de Olinda e Recife
Após a Missa, Dom Fernando e dom Limacêdo visitarão duas alas no Hospital da Restauração para ministrar a Unção dos Enfermos.
Momento Oracional

Algumas atividades das comissões no vicariato Cabo:

Comissão para Ação Social Transformadora - Polo Cabo
Data: 15/02
Horário: 9h
Local: Paróquia São José Operário – Vila Social


Comissão de Liturgia:
Encontro de Formação para Ministros Extraordinários da Comunhão do Vicariato Cabo
Data: 10 a 13 de março
Horário: 8h às 12h

Encontro de Formação para Ministros Extraordinários da Palavra do Vicariato Cabo
Data: 24/04
Horário: 13h às 17h

Comissão de Comunicação:
Mutirão de Oficinas de Comunicação
Data: 22/03
Horário: 8h às 15h
Local: Centro Social Armínio Guilherme – Centro do Cabo

Comissão para Ação Missionária e Cooperação Intereclesial:
1ª Escola Missionária
Data: 15/03
Horário: 8h às 12h
Local: Salão Paroquial de São José Operário – Vila Social – Cabo
Pascom Vicariato Cabo