31 de jan. de 2015

Paróquia de Santo Antônio, no Cabo, encerra festejos ao co-padroeiro






Na manhã deste domingo, 25, centenas de fiéis lotaram a Matriz de Santo Antônio, no centro da cidade para homenagear o grande mártir defensor da Igreja de Cristo, São Sebastião que é co-padroeiro da referida paróquia. Muitas foram as homenagem ao santo. Os devotos chegaram a Igreja Matriz logo cedo, alguns descalços, outro vestidos de vermelho e com rosas vermelhas nas mãos, para aguardarem a hora da Concelebração Eucarística presidida pelo vigário episcopal e pároco, mons. Josivaldo Bezerra, e concelebrada pelo vigário paroquial, Pe. Rogério Silva e Dom Mauro Cruz, OSB. Autoridades da cidade também participaram da grande festa. Mons. Josivaldo Bezerra em sua homilia exortou os fiéis a seguirem o exemplo de fé de São Sebastião: “Deus quando nos chama, Ele nos capacita e nos envia e esse chamado é feito a todos. Ele nos chama todos os dias, precisamos ser fiéis ao compromisso que assumimos diante de Deus como fez São Sebastião. Hoje nós celebramos esse santo que também foi chamado a santidade e deu testemunho de sua fé derramando o próprio sangue.” Destacou mons. Josivaldo. A tarde os devotos lotaram as ruas da cidade para a procissão com a imagem do querido mártir. Nem mesmos as ladeiras e o longo percurso, impediu as crianças, idosos, gestantes e todo o povo de seguir com grande devoção cantando em homenagem ao saldado de Cristo, em uma das ruas que recebe o seu nome “São Sebastião”, situada na comunidade de São Miguel Arcanjo, na Sapucaia, os devotos daquele bairro acolheram a procissão com banners estampando a imagem do santo, ornamentado por bexigas vermelhas em suas residências. Ao chegar no largo da prefeitura antiga, a multidão participou da Concelebração Eucarística de encerramento da festa, presidida pelo Pároco de São Joaquim, em São Joaquim do Monte, Pe. Pedro Antônio, que convidou os fiéis a viver com autenticidade sua fé: “Nós vamos celebrar o seu testemunho de vida. São Sebastião tinha um propósito, o de falar de Jesus Cristo, o que custou a sua vida. Ele sofreu por uma causa, porque abraçou a missão, nossa grande missão é evangelizar. Celebrar hoje a festa de São Sebastião, é conservar o seu testemunho vivo. ” Afirmou o sacerdote. Ao final os fiéis participaram de um grande show com Fr. Damião Silva.
Ir. Josevânia Alves – Pascom Vicariato Cabo

Matriz Basílica de Aparecida (SP) será reinaugurada


Após 11 anos de restauração, a Matriz Basílica de Nossa Senhora Aparecida, localizada no interior de São Paulo, será reinaugurada, no dia 2 de fevereiro. Durante as obras, atividades como missa e visita a imagem não foram interrompidas. O tempo possui arquitetura barroca e foi inaugurada em 1888.
Uma missa, às 18h15, marcará a reinauguração da Matriz Basílica, ao som do órgão que será tocado pelo maestro Sérgio Militello, organista da Capela Sistina, do Vaticano.
A restauração estrutural e artística da Basílica Velha, como também é conhecida, foi iniciativa do Santuário Nacional. A realização contou com a coordenação da restauradora Cláudia Rangel que, com sua equipe, trabalhou na recuperação de detalhes internos e externos da igreja.
Obras
O início dos trabalhos começou em fevereiro de 2004, a partir da capela do Santíssimo. Foram recuperadas as janelas de madeira, peças de mármore do presbitério e do altar. A obra contemplou, ainda, a restauração de cada parte da Matriz Basílica, de piso, telhado e paredes. A restauração recuperou detalhes originais do templo. O madeiramento original do teto foi substituído por compensado.
Na área sobre o altar, os profissionais recuperaram uma pintura datada de 1904. Trata-se de uma coroa circundada por dois anjos e ornamentada com uma guirlanda e uma flâmula, que traz a inscrição ‘Ave Maria’. Na tribuna leste do presbitério uma pintura do Espírito Santo também foi redescoberta.
A área do coro teve o assoalho trocado e uma readequação de suas paredes. No local, um órgão de tubos, originário da Alemanha, foi reconstruído e poderá ser utilizado nas celebrações.
História
Com obras iniciadas em 1845 e concluídas em 1888, a igreja recebeu do Vaticano, no ano de 1908, o título de Basílica de Aparecida. Em 1982, foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat), como monumento de interesse histórico, religioso e arquitetônico.
A imagem de Nossa Senhora Aparecida, encontrada no Rio Paraíba do Sul, ficou na Matriz Basílica até 1982, quando foi transferida em definitivo para a nova Basílica do Santuário Nacional.
Com informações e foto do A12/Santuário Nacional. 

“Fortalecei os vossos corações”, propõe papa Francisco em mensagem para Quaresma

papa pazNa mensagem por ocasião do período da Quaresma, o papa Francisco recorda que trata-se de “um tempo propício para mostrar interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum”. A Quaresma 2015 terá início na Quarta-feira de Cinzas, 18 de fevereiro.
No texto, cujo título é “Fortalecei os vossos corações”, Francisco pede para que os cristãos não caiam na tentação da indiferença na vida em sociedade. “Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir”. E, continuando a reflexão, questiona: “Que fazer para não nos  deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência? Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste”.
Confira íntegra da mensagem:
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2015
« Fortalecei os vossos corações» (Tg5,8)
Amados irmãos e irmãs!
Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é  sobretudo um « tempo favorável » de graça (cf. 2  Cor6,2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo  tenha dado: « Nós amamos, porque Ele nos amou  primeiro »  (1 Jo4,19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós,  conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa  procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada  um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa conosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente  dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos  interessam os seus problemas, nem as tribulações  e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração  cai na indiferença: encontrando-me relativamente  bem e confortável, esqueço-me dos que não estão  bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um  mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de  enfrentar.
Quando o povo de Deus se converte ao seu  amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios  mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta  Mensagem, é o da globalização da indiferença. Dado que a indiferença para com o próximo e  para com Deus é uma tentação real também para  nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada  Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz  para nos despertar. A  Deus  não  Lhe  é  indiferente  o  mundo,  mas  ama-o  até  ao  ponto  de  entregar  o  seu  Filho  pela  salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida  terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus,  abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão  que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos,  do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor  (cf. Gl 5,6).  O  mundo,  porém,  tende  a  fechar-se  em si mesmo e a fechar a referida porta através da  qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele. Sendo  assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida. Por isso, o povo de Deus tem necessidade de  renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação,  gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.
1. « Se um membro sofre, com ele sofrem todos os  membros » (1 Cor12,26)– A Igreja.
Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu  testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus,  que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que  é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo  que antes experimentámos. O cristão é aquele que  permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele,  servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas  exemplificar  como  devemos  lavar  os  pés  uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem,  primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa  pessoa « tem parte com Ele » (cf. Jo 13,8), podendo  assim servir o homem. A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos  como  Ele.  Verifica-se  isto  quando  ouvimos  a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos,  nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que,  com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence  a um único corpo e, n’Ele, um não olha com indiferença o outro. « Assim, se um membro sofre,  com ele sofrem todos os membros; se um membro  é  honrado,  todos  os  membros  participam  da  sua  alegria » (1 Cor12,26). A Igreja é communio sanctorum, não só porque,  nela, tomam parte os Santos mas também porque é  comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que  nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons;  e, entre estes, há que incluir também a resposta de  quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas  santas, aquilo que cada um possui, não o reserva  só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo  mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não  poderíamos jamais, com as nossas simples forças,  alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para  que todos nos abramos à sua obra de salvação.
2. « Onde está o teu irmão? »  (Gn 4,9) – As paróquias e as comunidades
Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal  é  necessário  agora  traduzi-lo  na  vida  das  paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que  fazemos parte de um único corpo? Um corpo que,  simultaneamente, recebe e partilha aquilo que  Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal  pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas  que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada
(cf. Lc16,19-31)? Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direções. Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu  na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura–se reciprocamente uma comunhão de serviços e  bens que chega até à presença de Deus. Juntamente  com os Santos, que encontraram a sua plenitude em  Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não  é triunfante, porque deixou para trás as tribulações  do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes  pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido  definitivamente a indiferença, a dureza de coração  e  o  ódio,  graças  à  morte  e  ressurreição  de  Jesus.  E, enquanto esta vitória do amor não impregnar  todo o mundo, os Santos caminham conosco, que  ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria  no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena  enquanto houver, na terra, um só homem que sofre e  geme, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da  Igreja:  « Muito  espero  não  ficar  inativa  no  Céu;  o
meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas  almas »  (Carta254, de 14 de Julho de 1897).
Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no  nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua  alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de  força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.
Em  segundo  lugar,  cada  comunidade  cristã  é  chamada a atravessar o limiar que a põe em relação  com a sociedade circundante, com os pobres e com os  incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária,  não fechada em si mesma, mas enviada a todos os  homens. Esta  missão  é  o  paciente  testemunho  d’Aquele  que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A  Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a  cada homem, até aos confins da terra (cf.Act1,8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã  pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo  que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom  para a Igreja e para a humanidade inteira.
Amados irmãos e irmãs, como desejo que os  lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se  tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!
3. « Fortalecei os vossos corações »  (Tg 5,8)– Cada um dos fiéis
Também como indivíduos temos a tentação da  indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento  humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa  incapacidade de intervir. Que fazer para não nos  deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência? Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos  a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda  a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e  14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração. Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com  gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de  nós como a quem está longe, graças aos inúmeros  organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo  outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas  concreto – da nossa participação na humanidade  que temos em comum.  E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo  constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha  vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos.
Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então  confiaremos  nas  possibilidades  infinitas  que  tem  de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à  tentação diabólica que nos leva a crer que podemos  salvar-nos e salvar o mundo sozinhos. Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos  para viverem este tempo de Quaresma como um  percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31).  Ter  um  coração  misericordioso  não  significa  ter  um  coração  débil.  Quem  quer  ser  misericordioso  precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe  impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do  amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo,  um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro. Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: « Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração  semelhante ao vosso » (Súplica das Ladainhas ao  Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso,  que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na  vertigem da globalização da indiferença.
Com estes votos, asseguro a minha oração por  cada crente e comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal,  enquanto, por minha vez, vos peço que  rezeis por  mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora  vos guarde!
Vaticano, Festa de São Francisco de Assis, 4 de  Outubro de 2014.
Fonte: CNBB

23 de jan. de 2015

Devotos homenagearão Nossa Senhora do Ó, no Litoral Sul


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Começa nesta quinta-feira, 22, e segue até o dia 1º de fevereiro, uma das comemorações religiosas mais importantes da Arquidiocese de Olinda e Recife, a festa de Nossa Senhora do Ó, em Ipojuca. Este ano, as festividades contam com uma vasta programação religiosa que deve mobilizar  todas as comunidades locais e circunvinhas, além dos turistas que, neste período, lotam as praias do distrito batizado com o nome da santa. Durante os 11 diasde homenagens, haverá missas, procissões, recitação do terço e shows religiosos.

A procissão da bandeira abre as festividades, a partir das 18h. O cortejo sairá da 2ª travessa João Rufino, número 13, em direção à igreja matriz. No templo, o padre Marlon Lauriano presidirá a missa de abertura, seguida do hasteamento da bandeira. A festa terá como tema central: “A caminho com Maria”, durante o novenário será refletido temas em cada noite e com sacerdotes convidados. Diariamente, entre 23 e 31 de janeiro, sempre às 19h, ocorrerão missas na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó, com a participação de grupos e diversas paróquias convidadas.
Um das noites mais aguardadas é a da próxima sexta-feira, 23. Após a celebração eucarística, na estrutura montada em frente à igreja matriz, acontecerá um show especial do cantor católico Tony Allysson. No dia 29, às 18h, haverá procissão saindo da Capela de Santo Antônio, no Sítio Canoas que encerrará com a Santa Missa na matriz. No sábado, 31, também haverá celebração. Já no dia 31, haverá procissão saindo da Usina Salgado, às 18h.
No domingo, 1º de fevereiro, o dia do encerramento, haverá uma alvorada festiva, às 5h. Já às 6h, acontecerá a recitação do Ofício de Nossa Senhora do Ó e em seguida, a celebração do Batismo. Às 10h, o arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, presidirá a Missa Solene. À tarde, a partir das 16h, os fiéis realizarão a tradicional procissão com a imagem de Nossa Senhora do Ó percorrendo as principais ruas do distrito. Após o evento, acontece a Santa Missa campal presidida pelo vigário episcopal do Vicariato Cabo, monsenhor Josivaldo Bezerra.

Serviço
Festa de Nossa Senhora do Ó – Ipojuca
Tema: “A caminho com Maria”
Lema: “Vão e façam discípulos todos os povos” (Mt 28,19)
Período: de 22 de janeiro a 01 de fevereiro
Outras informações: (81) 3527.9111

Fonte: Pascom Nossa Senhora do Ó – Ipojuca

Vaticano divulga mensagem para o 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais


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“Comunicar a família: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor” é o tema da mensagem para o  49º Dia Mundial das Comunicações Sociais. O evento será celebrado no dia 17 de maio, domingo que antecede Pentecostes. A íntegra do texto foi divulgada hoje, 23, durante coletiva de imprensa, no Vaticano.

Para a vivência e celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais, a Comissão Episcopal para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), prepara, todos os anos, um subsídio com orientações e sugestões de atividades para os regionais, dioceses, paróquias e comunidades.
O material é enviado as coordenações e lideranças da Pastoral da Comunicação (Pascom), responsáveis por articular e animar a comunicação nas igrejas locais. A Comissão orienta, também, o estudo do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, que traz pistas de ação. Contato pelo e-mail: comsocial@cnbb.org.br
Família mais bela
A coletiva de apresentação da mensagem contou com a presença do presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, dom Claudio Maria Celli, a professora da Faculdade de Letras e Filosofia – Departamento de Ciências das Comunicações da Universidade Católica do Sagrado Coração de Milão (Itália), Chiara Giaccardi, e o professor da Faculdade de Ciências Políticas, Mario Magatti.
A reflexão proposta pelo papa Francisco está inserida no caminho sinodal da Assembleia Ordinária do Sínodo sobre a Família que acontecerá em outubro próximo. “A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos”, escreveu o papa na mensagem.
Confira íntegra do texto:
Mensagem de Sua Santidade o Papa Francisco
49º Dia Mundial das Comunicações Sociais
17 de Maio de 2015
Tema: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”
O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei  oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista.
Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre” (vv. 41-42).
Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira “escola” de comunicação, feita de escuta e contato corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe.
Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num “ventre”, que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é “o espaço onde se aprende a conviver na diferença” (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de géneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na “língua materna”, ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação.
A experiência do vínculo que nos “precede” faz com que a família seja também o contexto onde se transmite aquela forma fundamental de comunicação que é a oração. Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros.
Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade. Reduzir as distâncias, saindo mutuamente ao encontro e acolhendo-se, é motivo de gratidão e alegria: da saudação de Maria e do saltar de alegria do menino deriva a bênção de Isabel, seguindo-se-lhe o belíssimo cântico do Magnificat, no qual Maria louva o amoroso desígnio que Deus tem sobre Ela e o seu povo. De um “sim” pronunciado com fé, derivam consequências que se estendem muito para além de nós mesmos e se expandem no mundo. “Visitar” supõe abrir as portas, não encerrar-se no próprio apartamento, sair, ir ter com o outro. A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias.
Mais do que em qualquer outro lugar, é na família que, vivendo juntos no dia-a-dia, se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência e do pôr-se de acordo. Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão. O perdão é uma dinâmica de comunicação: uma comunicação que definha e se quebra, mas, por meio do arrependimento expresso e acolhido, é possível reatá-la e fazê-la crescer. Uma criança que aprende, em família, a ouvir os outros, a falar de modo respeitoso, expressando o seu ponto de vista sem negar o dos outros, será um construtor de diálogo e reconciliação na sociedade.
Muito têm para nos ensinar, a propósito de limitações e comunicação, as famílias com filhos marcados por uma ou mais deficiências. A deficiência motora, sensorial ou intelectual sempre constitui uma tentação a fechar-se; mas pode tornar-se, graças ao amor dos pais, dos irmãos e doutras pessoas amigas, um estímulo para se abrir, compartilhar, comunicar de modo inclusivo; e pode ajudar a escola, a paróquia, as associações a tornarem-se mais acolhedoras para com todos, a não excluírem ninguém.
Além disso, num mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação feita de bênção. E isto, mesmo nos lugares onde parecem prevalecer como inevitáveis o ódio e a violência, quando as famílias estão separadas entre si por muros de pedras ou pelos muros mais impenetráveis do preconceito e do ressentimento, quando parece haver boas razões para dizer “agora basta”; na realidade, abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal, para testemunhar que o bem é sempre possível, para educar os filhos na fraternidade.
Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que “o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo” (BENTO XVI, Mensagem do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contato com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este “início vivo”, saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum.
Assim o desafio que hoje se nos apresenta, é aprender de novo a narrar, não nos limitando a produzir e consumir informação, embora esta seja a direção para a qual nos impelem os potentes e preciosos meios da comunicação contemporânea. A informação é importante, mas não é suficiente, porque muitas vezes simplifica, contrapõe as diferenças e as visões diversas, solicitando a tomar partido por uma ou pela outra, em vez de fornecer um olhar de conjunto.
No fim de contas, a própria família não é um objeto acerca do qual se comunicam opiniões nem um terreno onde se combatem batalhas ideológicas, mas um ambiente onde se aprende a comunicar na proximidade e um sujeito que comunica, uma “comunidade comunicadora”. Uma comunidade que sabe acompanhar, festejar e frutificar. Neste sentido, é possível recuperar um olhar capaz de reconhecer que a família continua a ser um grande recurso, e não apenas um problema ou uma instituição em crise. Às vezes os meios de comunicação social tendem a apresentar a família como se fosse um modelo abstrato que se há de aceitar ou rejeitar, defender ou atacar, em vez duma realidade concreta que se há de viver; ou como se fosse uma ideologia de alguém contra outro, em vez de ser o lugar onde todos aprendemos o que significa comunicar no amor recebido e dado. Ao contrário, narrar significa compreender que as nossas vidas estão entrelaçadas numa trama unitária, que as vozes são múltiplas e cada uma é insubstituível.
A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro.
Vaticano, 23 de Janeiro – Vigília da Festa de São Francisco de Sales – de 2015.
Papa Francisco
Fonte: CNBB

20 de jan. de 2015

Espiritualidade do Comunicador é tema de retiro para agentes da Pastoral da Comunicação do vicariato Cabo


A Comissão de Pastoral para a Comunicação Social do Vicariato Cabo realiza no domingo, 01 de fevereiro, uma manhã sobre a “Espiritualidade do Comunicador” voltada para agentes da Pascom da região episcopal. O encontro será no Centro Social Armínio Guilherme, no centro da cidade. Objetivo é conscientizar sobre o compromisso dos agentes que desempenham a missão de informar os eventos e atividades das paróquias e comunidades do Vicariato Cabo.
O evento terá início às 8h e seguirá até às 11h. A formação é aberta a todos os agentes da pascom do vicariato Cabo e recordará a importância da Pastoral da Comunicação como o elo entre as demais pastorais, movimentos e serviços. Haverá momentos de reflexão, oração e partilha.
Retiro para agentes da Pastoral da Comunicação
Local: Centro Social Armínio Guilherme – Centro do Cabo.
Dia: 01 de fevereiro de 2015
Horário: 8h às 11h
Ir. Josevânia Alves

Paróquia de Santo Antônio, no Cabo, homenageia mártir São Sebastião


Os festejos ao querido co-padroeiro da cidade, teve início no ultimo dia 16, e se encerra no próximo domingo, 25. Todas as noites, sempre às 19h, é grande o número de fiéis que lotam a Igreja Matriz de Sto. Antônio, no centro da cidade para renderem louvores a Deus por todas as graças alcançadas pela intercessão de tão grande santo, que ainda jovem deu testemunho de sua inabalável fé em Deus e é exemplo para todos os cristãos. Este ano refletindo o tema: “Com São Sebastião, sejamos uma Igreja a serviço dos irmãos.” e o lema: “Eu vim para servir” (Mc 10, 45). No sábado, 24, após a Missa a Orquestra Super Oara se apresenta ao lado da Matriz e no dia da Festa Solene, 25, após a Santa Missa de encerramento às 18h, o cantor, Fr. Damião Silva realiza um grande show.
Paróquia de Santo Antônio – Vicariato Cabo
Festa do Co-padroeiro, Mártir São Sebastião
De 16 a 25 de janeiro
Matriz de Sto. Antônio – Cabo
Tel.: (81) 3521-9933
Ir. Josevânia Alves

Parabéns Pe. Valdir Bezerra, pároco de Nossa Senhora da Apresentação, em Escada.


Hoje celebramos São Sebastião, grande mártir defensor da Igreja de Deus.


O santo de hoje nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.
Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.
Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.
São Sebastião, rogai por nós!
Fonte: CANÇÃO NOVA

9º Muticom debaterá a ética na comunicação


Considerado um dos maiores eventos de comunicação eclesial e pastoral do Brasil, o Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom) terá sua 9ª edição na cidade de Vitória (ES). O evento está marcado para o período de 15 a 19 de julho, e abordará como tema central “A Ética nas comunicações”.
O encontro contará com programação extensa, oferecendo palestras com especialistas e estudiosos da comunicação, debates, grupos de trabalho, apresentação de modelos de comunicação, além de atividades culturais.
A conferência de abertura, no dia 15, receberá o sacerdote salesiano e escritor, padre Gildásio Mendes, doutor em Comunicação pela Wayne State University, em Michigan. Ele apresentará a temática sobre a “Ética nas comunicações”. Ainda, para o evento, estão confirmadas presenças de pesquisadores renomados da comunicação, que participarão dos debates e mesas.
No domingo, 19, haverá City Tour livre pelos principais pontos turísticos da cidade.
Grupos de Trabalhos
A novidade das últimas edições do Muticom são os Grupos de Trabalhos, espaços reservados para apresentação de experiências, estudos de caso e pesquisa de comunicação eclesial e pastoral. O 9º Muticom contará com oito GT´s, organizados em diferentes temáticas. Os Grupos de Trabalhos serão realizados nos dias 16 e 17.
GT1 - Análise de materiais impressos
GT2 - Análise de sites e redes sociais
GT3 - O comportamento do indivíduo nas Redes Sociais
GT4 - A música religiosa como forma de comunicação
GT5 - O mercado da fé
GT6 - Trânsito religioso
GT7 - O padre e os desafios da comunicação
GT8 - Educomunicação
Participe do Muticom
Dioceses, paróquias e comunidades já começaram a organizar grupos com destino à Vitória para o Muticom. A Pastoral da Comunicação (Pascom) do regional Sul 2 da CNBB levará mais de 50 participantes. Os interessados devem entrar em contato para informações sobre valores, pelo e-mail: jornalismo@centralcultura.com.br.
Para participar do 9º Muticom é necessário fazer inscrição pelo site muticom.com.br.  Na página está disponível informações sobre o encontro; a programação completa; perfil dos palestrantes convidados; sugestões para locais de hospedagem; além de informações sobre o estado que recebe o encontro. As informações também estão disponíveis na fanpage do evento: facebook.com/muticomvitoria

Campanha da Fraternidade 2015 será lançada no próximo mês



Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.
A Campanha da Fraternidade 2015 será oficialmente lançada no dia 18 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, às 10h30, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília. 
De acordo com o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a CF 2015 convida a refletir, meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade.
“Será uma oportunidade de retomarmos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana. Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos”, comenta dom Leonardo.
Materiais de apoio
O texto-base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 está disponível nas Edições CNBB. O documento reflete sobre a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”.
Para auxiliar na vivência e divulgação da Campanha nas dioceses, paróquias e comunidades, a Comissão Executiva da CF 2015 disponibiliza materiais para serem baixados, entre eles o cartaz, textos formativos, hino e partitura, oração e apresentações. Confira aqui.
Fonte: CNBB

Pastoral da Juventude inicia atividades do 11º ENPJ

A arquidiocese de Manaus recebe até o dia 25 de janeiro o 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude (ENPJ). No domingo, dia 18, aconteceu a missa de abertura do evento. Na ocasião estiveram presentes cerca de 4 mil pessoas na missa presidida pelo arcebispo de Manaus (AM), dom Sérgio Eduardo Castriani, e concelebrada pelo bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro da Silva, além de outros bispos da região e diversos padres.
O encontro tem como tema “No Encontro das águas, partilhamos a vida, o pão e a utopia!” e a iluminação bíblica recorda o evangelho do último domingo “Mestre, onde moras? Vinde e vede!” (Jo 1,38b-39a). Em sua homilia, dom Eduardo Pinheiro ressaltou a missão e vocação da juventude na defesa e anúncio da vida. “O apelo de Jesus aos discípulos de seguimento é o mesmo que se faz à PJ hoje”, resumiu.
O primeiro dia de atividades do 11º ENPJ foi marcado pelas mesas temáticas. Revezaram-se nas sessões assessores, representantes da juventude e os bispos presentes. Durante a apresentação da Coordenação e da Comissão Nacional de Assessores da Pastoral da Juventude (PJ), o bispo de Caxias do Maranhão (MA) e membro da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB, dom Vilson Basso, pronunciou palavras de motivação aos agentes da PJ. "A PJ é a maior escola de formação de lideranças da Igreja do Brasil", disse.
Pastoral da JuventudeO bispo auxiliar de Manaus, dom Mário Antônio da Silva, recordou a Exortação Apostólica do papa Francisco, Evangelli Gaudium. “O Papa Francisco nos pede uma Igreja em saída e vocês são a Pastoral da Juventude em saída, em movimento”, sugeriu.
Após momentos de partilha e análise da realidade, dom Sérgio Castriani participou de uma sessão do encontro e conversou com os jovens presentes. Entre vários temas, o arcebispo falou sobre a atuação da PJ na sociedade. "É urgente uma pastoral da juventude que vá às ruas. É ação, encontro, é defesa da vida!", exortou.
Na manhã de hoje, aconteceram celebrações de envio para os delegados que partiram para experiências missionárias em comunidades urbanas, rurais, ribeirinhas e indígenas.

Os passos do 11º ENPJ e as fotografias do evento estão disponíveis no Facebook da Pastoral da Juventude.

Com informações da Pastoral da Juventude
Fonte: CNBB

Emoção marca a ordenação episcopal do bispo auxiliar de Olinda e Recife


10919036_448346751980242_2448982348969667999_nA Arquidiocese de Olinda e Recife vive um clima de grande expectativa pela chegada do bispo auxiliar, dom Antônio Tourinho Neto. Prestes a ser acolhido em fevereiro, o monsenhor foi ordenado epíscopo no último sábado, 17, em uma celebração marcada pela emoção. A solenidade realizada em frente à Catedral de Santo Antônio, na Diocese baiana de Jequié, sua Igreja de origem, reuniu familiares, amigos, autoridades civis e centenas de fiéis que admiram o exemplo de vida do “padre Tom”.
Além do sagrante principal e bispo da Diocese de Jequié, dom José Ruy Gonçalves Lopes, e dos co-sagrantes, o arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido e bispo emérito da Igreja local, dom Cristiano Krapf, a missa teve a presença do ex-bispo de Afogados da Ingazeira e atual, arcebispo metropolitano de Vitória da Conquista (BA), dom Luiz Gonzaga Pepeu.
10944884_448352075313043_8137302143291349307_nApós a Liturgia da Palavra, deu-se início ao Rito de Ordenação. Depois de lida a Bula Papal, em que consta a autorização do Papa Francisco para a sagração do novo bispo, dom José Ruy proferiu a homilia. O bispo exortou o eleito a perseverar no amor, que é o plano de fundo do seu lema Episcopal “Omnia Vincit Amor”.
Ao final da celebração, dom Fernando Saburido, arcebispo que dom Antônio auxiliará na Arquidiocese de Olinda e Recife, discursou dando as congratulações ao novo bispo e ressaltando a alegria e satisfação que será tê-lo como colega no serviço à Igreja.
O fundador da Fazenda da Esperança, frei Hans, também fez um discurso ressaltando a importância do dom Antônio para a Fazenda da Esperança de Jequié. Por fim, o primeiro bispo da Diocese de Jequié fez o seu discurso, onde expressou sua gratidão a Deus, aos familiares, ex-paroquianos e ao bispo emérito, dom Cristiano Krapf, e também, ao atual bispo, Dom José Ruy.
Com informações da Pascom de Jequié (BA

11 de jan. de 2015

Paróquia de Santo Antônio, no Cabo, festeja Co-padroeiro





Muita alegria, louvor e devoção já invade o coração dos devotos do querido mártir São Sebastião, Co-padroeiro do povo cabense, que entre os dias 16 a 25 de janeiro festejam com grande fervor o testemunho de um cristão que não temeu a morte e derramou seu próprio sangue em profissão de fé a Jesus Cristo. Este ano refletindo o tema: “Com São Sebastião, sejamos uma Igreja a serviço dos irmãos.” e o lema: “Eu vim para servir” (Mc 10, 45).  A abertura dia 16, acontece com a Procissão da Bandeira, saindo às 18h30 da Capela do Sagrado Coração de Jesus, na comunidade da Charnequinha em direção a Igreja Matriz onde acontece a Celebração Eucarística de abertura da festa. Durante todas as noites haverá sempre às 18h30 a Oração do Terço e em seguida a Santa Missa com padre convidados. No sábado, 24, após a Missa a Orquestra Super Oara se apresenta ao lado da Matriz e no dia da Festa Solene, 25, após a Missa de encerramento às 18h, o cantor, Fr. Damião Silva realiza um grande show.

Paróquia de Santo Antônio – Vicariato Cabo
Festa do Co-padroeiro, Mártir São Sebastião
De 16 a 25 de janeiro
Matriz de Sto. Antônio – Cabo
Tel.:  (81) 3521-9933


Ir. Josevânia Alves


Encontro Espiritual para os comunicadores do vicariato Cabo.



Já afirma o Diretório de Comunicação da CNBB: “Sem a prática e a vivencia da espiritualidade, o comunicador esvazia-se, fragiliza-se como sujeito e torna-se vulnerável às dificuldades que se apresentam ao longo do caminho. É fundamental que se cultive a espiritualidade do comunicador.” É neste desejo de promover momentos fortes em que o comunicador se alimente da Palavra de Deus e da Eucaristia, que no próximo dia 01 de fevereiro, os agentes da pascom das paróquias que formam o Vicariato Cabo, participam de uma amanhã de espiritualidade. O evento acontece no Centro Social Armínio Guilherme, no centro do Cabo, de 08h às 12h. As inscrições já estão abertas disponíveis com os coordenadores da Pastoral da Comunicação, nas paróquias e devem serem realizadas até o dia 20 de janeiro.
Ir. Josevânia Alves – Pascom Vicariato Cabo

Paróquia de Santo Antônio, no Cabo, festeja São Amaro

  
 

Com o tema: “Impulsionados pelo exemplo de Santo Amaro, renovemos a alegria de evangelizar.” A comunidade de Santo Amaro, no centro do Cabo, festeja seu querido padroeiro. A festa tem início na próxima segunda-feira, 12, com a Procissão da Bandeira, às 18h30, saído da residência do casal: João e Tânia, situada no Beco do Café em direção a Capela, onde acontece a Missa de abertura com Pe. Rogério Silva.
Confira a Programação e participe:
Dia 13 -  19h – Noiteiros: Comunidades
Dia 14 – 19h – Noiteiros: Grupos, pastorais e movimentos.
Dia 15 – 19h – Encerramento: Celebração Eucarística, presidida por Mons. Josivaldo Bezerra, Vigário Episcopal.

Ir. Josevânia Alves 

Comissão para Animação Missionária e Cooperação Intereclesial do Vicariato Cabo, realiza manhã de formação na Paróquia de Sto. Antônio, em Primavera





No próximo dia, 18 de janeiro, a Paróquia de Sto. Antônio, em Primavera recebem o comivi (conselho missionário do vicariato) para uma manhã de formação, onde refletirão sobre a ação do comipa (conselho missionário paroquial) e se preparam para fundar o referido conselho em Primavera.
Ir. Josevânia Alves